Candinho
001 / O Arquiteto do Call
Candinho
O Imortal Candinho — homem que nasceu com um deck na mão e saiu do hospital com o pot. Tetracampeão galáctico do impossível, seu legado vai muito além dos straight flushes: ele é o criador da lendária Candinhada, a arte suprema do call cirúrgico que redefiniu o poker moderno. A jogada é tão devastadora e tão incompreendida pelos mortais que Pads, Felipe Boianoviski e Rochinha se reuniram numa cúpula secreta para tentar decifrar a lógica por trás de cada call. Saíram mais confusos do que entraram. Hoje a Candinhada é objeto de estudo em seis universidades europeias e dois institutos de inteligência artificial — e os resultados preliminares apontam que não é possível replicá-la sem o dom inato. Quando ele faz call no river, os adversários não sentem raiva. Sentem respeito.
Win rate após call
412%
Candinhadas aplicadas
1.847
Vezes que foldou
0
Bad beats sofridos
ERRO
Tanque
002 / O Pai do Romanovsky
Tanque
O Colossal Tanque — ser humano ou força da natureza, os especialistas ainda debatem. O que se sabe é que ele foi ao Kosovo jogar futebol e voltou diferente. Muito diferente. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu lá, mas desde que renasceu naquele campo de batalha, Tanque adquiriu uma clareza sobrenatural para o baralho que a ciência se recusa a investigar. Registros oficiais apontam que ele nunca, em toda sua carreira, entrou num pot sem vencer. Fisicamente incapaz de errar uma leitura, já fez um oponente confessar o blefe só com o olhar antes de qualquer aposta. A World Series of Poker cogitou criar uma categoria exclusiva para ele, mas desistiram porque ninguém mais teria chance. A sorte não acontece com Tanque — ela pede licença.
Blefes detectados
100%
Missões Kosovo
CLASSIF.
Pots perdidos
0
Bad beats sofridos
0
Dagnoni
003 / O Solver Humano
Dagnoni
O Marajá dos Marajás, Zezo Dagboni — o cara que nunca errou um flop. Em seu pior dia ele trincou 17 das 18 vezes que pegou par de mão, e a 18ª vez ele completou a trinca no turn. Detentores de PhDs em estatística estudam sua sequência de vitórias como anomalia científica. Bon vivant por vocação e por direito divino, Zezo Dagboni frequenta os melhores restaurantes do mundo — e quando não está neles, está num iate que alguém insistiu em colocar à sua disposição. As viagens? Sempre first class, destino sempre certo, companhia sempre suspeita e sempre invejável. A conta do poker financia tudo isso com sobra, e a vida agradece. Regular nas Bahamas, em Miami e em Vegas, Zezo Dagboni é um monstro sem igual — e o mundo do poker já aceitou isso como fato científico.
Trincas no turn
926
Sessions no lucro
N/A
Downswings
N/A
Bad beats sofridos
0
Vinte
004 / O Esmagador de REGs
Vinte
O Lendário Vinte — cientistas estimam que a probabilidade de existir alguém tão dominante nas blind wars é de uma em 20 bilhões. Ele não joga a blind — ele a transforma num campo minado particular. Cada call que sai das suas mãos carrega veneno: adversários já saíram da mesa convictos de que tinham a melhor mão, assistiram ao showdown, e ainda assim não entenderam o que aconteceu. Quando decide pressionar, a mesa inteira sente uma queda de temperatura. Três psicólogos esportivos tentaram mapear seu padrão de jogo e os três pediram afastamento por burnout. Não é bonito o que ele faz — bom, na verdade é, porque o Vinte é absurdamente bonito — mas principalmente é devastador. No KSOP, amassou tantos adversários seguidos que a organização teve que trocar as fichas por serem de material insuficiente para suportar tanto domínio.
Blind wars vencidas
100%
Adversários em terapia
7
BBs para chip lead
Como assim ele não é CL?
Bad beats sofridos
IRRELEV.